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Contrabando #06 – Nostalgia

“O século XX se iniciou com utopia e terminou em nostalgia. A crença otimista no futuro tornou-se obsoleta, enquanto a nostalgia, para o bem ou para o mal, nunca saiu de moda, permanecendo estranhamente contemporânea. A palavra nostalgia advém de duas raízes gregas, nostos que significa “voltar à casa” e algia, anseio. Eu a definiria como um desejo por um lar que não existe mais ou nunca existiu.”
Svetlana Boym

O passado ausente no presente, o saudosismo pelo o que não retorna. A ausência de um lugar, algo ou alguém querido. Sons e imagens do que faz falta, das sevícias causadas pela espera de tudo aquilo que talvez nunca nem tenha existido. A sexta edição da Contrabando fala sobre a nostalgia e suas dores: daquilo que marcou o passado ao que inexiste no presente.

Contrabando, edição #06
Quando o Agora Não é o Suficiente: Era Uma Vez na América – por Matheus Fiore
Ecos do Passado e a Nostalgia Como Força em The Legend of Zelda: Breath of the Wild – por João Oliveira
A Idade do Serrote: Murilo Mendes, Maestro do Tempo – por Beatriz Possa
A Morte do Tempo em Pedro Páramo – por Maria Helena de Pinho
Adeus Cinema, Adeus Truffaut, Adeus Dragon Inn – por Thaiz Freitas
O Príncipe, de Ugo Giorgetti: Brasil, País Sem Passado e Sem Futuro – por Wallace Andrioli
Pesadelo Renovado – por Adrian Albuquerque
Encenação da Memória – por Maicon Firmiano
Nostalgia Corrompida: um Olhar de Melancolia e Tragédia Sobre o Passado – Por Pedro Strazza